Proposta Pedagógica



I Identificação da Instituição de Ensino

1- Denominação:

O Centro Educacional Monteiro Lobato é uma Instituição Educacional que promove a Educação Básica, compreendendo a Educação Infantil, com classes do Educação Infantil, precedido da Classe de Alfabetização, o Ensino Fundamental (1º ao 9º ano) e o Ensino Médio (1º, 2º e 3º ano/Pré-Vestibular).

O Centro Educacional Monteiro Lobato, doravante nesta Proposta Pedagógica, passa a ser definido pela sigla Cemol.

2- Endereço:

O Cemol tem sua sede localizada na Rua Dr. Francisco Portela, nº2700, bairro Zé Garoto, Município de São Gonçalo, Estado do Rio de Janeiro.

3- Atos de Funcionamento:

Autorização:

O Cemol é mantido pela firma Centro Educacional Monteiro Lobato Ltda, registrada na junta comercial do Estado do Rio de Janeiro, sob o nº SQ 17174, livro SQ 16, em 10/04/69 (contrato original) e última alteração nº 803542 em 05/08/96, inscrito no Cadastro Geral de Contribuinte sob o nº 31.714.660/0001-68.

Reconhecimento:

O Cemol foi autorizado a funcionar pela Portaria nº 734/70 SEEC, tendo como ato de Reconhecimento a Resolução nº 508/ SEEC de 24/09/81.

Regimento Escolar (Em anexo)

II Finalidades e objetivos da Instituição de Ensino

A educação, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

O Cemol tem como objetivo geral estimular a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, aprimorando-o como pessoa humana, através da formação ética e do desenvolvimento do intelecto.

III Princípios educativos (Filosofia Cemol)

1- Fundamentos ético - políticos.

A Educação deve ser considerada como processo para o desenvolvimento humano integral, instrumento gerador das transformações sociais. É base para aquisição da autonomia, fonte de visão prospectiva, fator de progresso econômico, político e social. É o elemento de integração e conquista do sentimento e da consciência de cidadania.

Nessa concepção de educação, a finalidade é contribuir na formação, formar cidadãos capazes de analisar, compreender e intervir na realidade, visando ao bem estar do homem no plano pessoal e coletivo. Para tanto, esse processo deve desenvolver a criatividade, o espírito crítico, a capacidade para análise e síntese, o auto-conhecimento, a sociabilização, a autonomia, e a responsabilidade. Desta forma, é possível a formação de um homem com aptidões e atitudes para colocar-se a serviço do bem comum, possuir espírito solidário, sentir o gosto pelo saber dispor-se a conhecer-se, a desenvolver capacidade afetiva, possuir visão inovadora.

O homem é um ser bio-psico-social cultural que possui necessidades materiais, relacionais e transcedentais.

Dentro deste sentido amplo e complexo, o homem deve ser atendido em toda a sua dimensão e deve dispor dos recursos que satisfaçam a sua necessidade, para que em análise, compreenda e intervenha na realidade.

É fundamental que se garanta uma formação integral voltada para a capacidade e potencialidades humanas. A formação integral deve ser entendida como saber essencial, isto é, aquela que proporciona ao ser humano o saber sentir, saber inovar, saber refletir, saber fazer, saber ser crítico e saber ser ético.

A escola, como instituição social, deve possibilitar o crescimento humano nas relações interpessoais bem como propiciar a apropriação do conhecimento elaborado, tendo como referência a realidade do aluno.

Nesse contexto, deve possibilitar ao aluno a aquisição de uma consciência crítica que lhe amplie a visão de mundo. Esta visão de mundo deverá dar-lhe condições de uma leitura interpretativa dos fatos sociais, das relações intra e interpessoais e dos homens com a natureza.

2- Fundamentos epistemológicos:

Considerados os fundamentos filosóficos do Cemol, acreditamos que:

A aprendizagem se desenvolve a partir da problematização de situações contextualizadas, levando em conta a visão de mundo do aluno.
A capacidade de análise e síntese e o espírito crítico propiciam ao cidadão a criação de alternativas para solução de problemas.
As inovações à teoria e a tecnologia propiciam a participação cada vez mais consciente e criativa no processo ensino - aprendizagem.
A sociabilização do aluno se processa através de atividades em grupo.
O saber reflexivo, construído mediante permanente problematização da realidade e busca de soluções, produz conhecimento cada vez significativo.
A participação ativa e sistemática do aluno em pesquisa resulta na construção e reconstrução do conhecimento.
A ação refletida deve se opor ao imediatismo e ao conformismo.
As atividades interdisciplinares reorganizam os conteúdos, superando a fragmentação do conhecimento.
A educação é responsável pelas mudanças constantes da realidade.
A prática educativa se realiza por meio do e para o diálogo.

3- Fundamentos didático - pedagógicos:

O professor irá privilegiar a compreensão de significados e mecanismos reflexivos que levem ao conhecimento. O professor deverá ter o compromisso de estimular constantemente as operações mentais, tais como: analisar, classificar, comparar, criticar, justificar, interpretar, explicar, descrever, localizar, opinar, determinar, comentar, etc., que garantem a construção do conhecimento.

A aprendizagem acontece quando as ações da atenção, da concentração, da percepção e da memorização realmente se efetivam.

O professor deverá promover, estimular e impulsionar as operações mentais, participando das discussões que elas proporcionam. A função social e profissional do professor estará sempre mais voltada para ensinar a pensar do que para simplesmente transmitir conteúdos.

O professor deverá provocar desequilíbrios e desafios. Sua relação com o aluno é de reciprocidade intelectual e cooperação moral. O professor é o líder? mediador e participante no processo ensino-aprendizagem. Seu campo de ação educacional, será sempre ampliado, para que possa ensinar o aluno a pensar, a fazer, a repensar ( refletir) e a operar mentalmente, sem dar ênfase ou privilegiar somente a ação da memorização de conteúdos. O aluno é o sujeito da aprendizagem. Ele mesmo constrói o seu conhecimento dia-a-dia , para tanto, será deixado a descobrir o funcionamento e o significado do que lhe é proposto pelo professor. Durante o processo de aprendizagem, os alunos descobrem algo muito importante e que lhes dá um imenso prazer: a sua capacidade de aprender e compreender. Com isso a aprendizagem deixa de ser um fim em si mesma, para se tornar um instrumento de autoconhecimento, de autodesenvolvimento, de autonomia.

A aprendizagem é um processo social e, como tal, depende da interação entre os indivíduos. É necessário que se respeite o processo de apropriação do conhecimento de cada um. O professor levará em consideração as diferenças existentes entre os alunos, na construção do conhecimento.

IV Cursos

1- Educação Infantil. 

Maternal I, Maternal II, EI-I e EI- II: Manhã e Tarde


2- Ensino Fundamental

1º ao 5º ano- Manhã e Tarde
6º ao 9º ano- Manhã
 

3- Ensino Médio

1º, 2º e 3º ano (Pré-Vestibular)- Manhã


4 Ensino Fundamental 

4.1- Finalidades e Objetivos Específicos
4.1.1- Finalidades

   1. formação básica do cidadão, mediante o domínio pleno da leitura, da escrita e do cálculo;
   2. compreensão do sistema social e político, da tecnologia e das artes;
   3. fortalecimento dos vínculos com a família e dos laços de solidariedade humana.


4.1.2- Objetivos Específicos

   1. propiciar situações que facilitem o processo de aprendizagem, conduzindo o educando no seu processo cognitivo, desenvolvendo-lhe habilidades, formação de atitudes e valores, e capacitando-o para a vida cidadã, como ser atuante e participativo;
   2. trabalhar sistematicamente e formação moral, cidadã e integral do educando, conduzindo-o ao autoconhecimento e, conseqüentemente, à auto-estima.


5 Ensino Médio

5.1- Finalidades e Objetivos
5.1.1- Finalidades

   1. consolidação e aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental;
   2. preparação básica para o trabalho e cidadania;
   3. aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
   4. compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos.


5.1.2- Objetivos Específicos


   1. preparar para o trabalho e a cidadania, mediante aprofundamento dos conhecimentos básicos necessários ao exercício de qualquer profissão;
   2. aprimorar a formação moral, social, intelectual e crítica, tornando o educando cidadão pleno, consciente de seu papel na sociedade;
   3. compreender os fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos do mundo moderno.


6 Componentes Curriculares (Ensino Fundamental)


6.1- O currículo do Ensino Fundamental tem como base norteadora de suas ações pedagógicas:


   1. Os princípios éticos da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum;
   2. Os princípios políticos, dos direitos e deveres de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática;
   3. Os princípios estéticos da sensibilidade, da criatividade e da diversidade das manifestações artísticas e culturais.


6. 2- O Plano Curricular é constituído da Base Nacional Comum e da Parte Diversificada, estabelecendo relação entre as Áreas de Conhecimento, visando à formação da Vida Cidadã, através da articulação, da contextualização e da transdisciplinaridade.


6.3- Para levar à formação da Vida Cidadã, a Escola considera os seguintes aspectos:


   1. saúde
   2. sexualidade
   3. vida familiar e social
   4. meio ambiente
   5. trabalho
   6. ciências e tecnologia
   7. cultura
   8. linguagens


7 Componentes Curriculares (Ensino Médio)


- O currículo do Ensino Médio tem como base norteadora de suas ações pedagógicas:

 

   1. conciliação de humanismo e tecnologia;
   2. conhecimento dos princípios científicos;
   3. exercício pleno da cidadania;
   4. formação ética;
   5. autonomia intelectual .


7. 2- O Plano Curricular do Ensino Médio destaca a educação tecnológica básica, a compreensão do significado da ciência, das letras e das artes, o processo histórico de transformação da sociedade e da cultura, a Língua Portuguesa como instrumento de comunicação, o acesso ao conhecimento e o exercício da cidadania .


- Ensino Fundamental ( 6º ao 9º ano) e Ensino Médio


Finalidades e objetivos específicos:


Em Linguagem, Códigos e suas Tecnologias (Áreas de Conhecimento)


Português e Literatura


Fundamentos


O ensino de Língua Portuguesa, desde as séries iniciais até as finais da Educação Básica, tem como referência o caráter sociointeracionista da linguagem verbal, o qual "aponta para uma opção metodológica de verificação do saber lingüístico do aluno, como ponto de partida para a decisão daquilo que será desenvolvido, tendo como referência o valor da linguagem nas diferentes esferas sociais. (PCN)

Apesar uma língua, portanto, não é somente aprender as palavras, mas também o seu significado cultural e, com eles, o modo pelo qual as pessoas se apropriam dele para entenderem, interpretarem e representarem a realidade.

Nessa perspectiva, optamos por ter o texto como unidade básica da linguagem verbal, o qual é compreendido como fala e discurso que se produzem num determinado contexto histórico, e a função comunicativa, principal eixo de desenvolvimento e de atualização da linguagem.

Com isso, queremos afirmar que o texto é o produto da atividade discursiva oral ou escrita que forma um todo significativo e acabado, qualquer que seja sua extensão, gerando um processo de ensino-aprendizagem da língua materna, baseado em propostas interativas língua/linguagem (língua oral, língua escrita e análise e reflexão sobre a língua).

Ao se afirmar que a finalidade do ensino da Língua Portuguesa é a expansão das possibilidades do uso da linguagem, assume-se que as capacidades a serem desenvolvidas estão relacionadas às quatro competências lingüísticas básicas: ouvir, falar, ler e escrever.

De acordo com os PCNs, os conteúdos de Língua Portuguesa, no Ensino Fundamental, visam ao trabalho com a linguagem e devem ser organizadores em torno de três eixos básicos: língua oral, língua escrita e análise lingüística.

 

Língua Oral


O trabalho oral possibilita a representação da realidade física e social, a livre exposição de idéias, pensamentos e intenções de diversas naturezas e o estabelecimento de relações interpessoais. Isso porque, quando interagimos verbalmente com alguém, utilizamos um discurso organizado com base em conhecimentos que acreditamos ser também do interlocutor.

Para que o aluno consiga se expressar com segurança e espontaneidade, é necessário que haja, no ambiente de sala de aula, respeito para com as suas opiniões. Orientar os alunos a falar de modo claro e preciso, quando for a sua vez, e a ouvir o colega, quando for a vez dele, é tarefa essencial para o resultado final das atividades orais.


Língua Escrita


A apropriação da escrita, por parte da criança, depende do meio cultural no qual ela está inserida. Nessa perspectiva, o papel do adulto letrado é de suma importância, uma vez que ele pode oferecer materiais escritos, em situações concretas e significativas, dando sentido à escrita. O trabalho com a língua escrita apresenta-se em dois sub-blocos: a prática de leitura e a prática de produção de textos.

Com relação à leitura, é preciso superar algumas concepções que utilizam a decodificação e a conversão de letras e sons. O processo de ler visa à construção do significado do texto, pelo esforço de interpretação do leitor, com base não só no que está escrito, mas também no conhecimento que traz para o texto. O trabalho com a leitura tem como finalidade a formação de leitores críticos e consequentemente, a formação de escritores. Não se trata de formar escritores profissionais, mas, sim, pessoas capazes de escrever com eficácia.

A produção de texto terá alcançado seus objetivos após as seguintes etapas: a discussão do assunto apresentado; a escrita individual ou coletiva; a análise do texto feita individualmente pelo professor ou pelos colegas sob a orientação do professor; e, finalmente, a reestruturação feita pelo próprio aluno. A reestruturação implica alterações tanto na forma quanto no conteúdo do texto.


Análise Linguística


Tanto as atividades orais quanto as escritas possibilitam ao aluno a análise da língua. Neste trabalho, os aspectos gramaticais são apresentados de forma que os alunos possam discutir, entre si, mediados pelo professor, o como usar e quando usar determinado conteúdo. Desta forma o aluno não vai decorar regras gramaticais, mas, sim, conhecer, analisar e discutir o seu uso social efetivo. O objetivo é trabalhar com os aspectos gramaticais, indispensáveis ao domínio da língua, principalmente a escrita, de forma significativa, ressaltando sua importância.

Os conteúdos gramaticais estão presentes no texto. Assim , o aluno, ao produzir ou reestruturar um texto, recolherá palavras, fará uso de pontuação, da paragrafação, da concordância, enfim, usará esses conteúdos para atingir seus objetivos como um produtor de discurso. Neste material, os aspectos gramaticais apresentam-se de forma contextualizada e nomenclatura nas séries iniciais.

 

Quadro de Conteúdos

Programa de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental- 2ª fase


Carga Horária Semanal

(horas-aula)

Ensino Fundamental Ensino Médio Ano Letivo
1ª Série- 8 1ª Série - 5 Bimestres- 4
2ª Série- 6 2ª Série - 5 Semanas por bimestre- 8
3ª Série- 6 3ª Série - 5 Total de semanas - 32
4ª Série- 6    
5ª Série- 5    
6ª Série- 5    
7ª Série- 5    
8ª Série- 5    

 
No Ensino Médio, a abordagem dos conteúdos é direcionada com a finalidade de assegurar ao aluno-cidadão o aprofundamento e a consolidação dos conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental, além de dotá-lo de instrumentos que o levem a desenvolver competências que lhe permitam "continuar a aprender" de forma autônoma e crítica, em níveis cada vez mais complexos de estudos.

O 4º bimestre da 3ª série é reservado à realização de atividades que visam a uma retomada dos conteúdos essenciais desenvolvidos na Educação Básica, e a uma revisão para o Vestibular.
 

Educação Física


1º Bimestre


Conteúdo Programático


Avaliação física
Futebol / Handebol

 

Objetivos Específicos


Reconhecer a importância das atividades físicas, verificando sua capacidade (possibilidade) de transformação em relação à saúde, postura, etc.
Participar de atividades em grupo assimilando as regras desportivas.


2º Bimestre


Conteúdo Programático


Primeiros socorros
Voleibol

 

Objetivos Específicos


Possibilitar ao aluno a aprendizagem dos primeiros socorros, para que, numa situação de emergência, o mesmo possa fazer uso desta aquisição salvando (se possível) vidas.
Participar de atividades em grupo assimilando as regras desportivas.


3º Bimestre


Conteúdo Programático


Anabolizantes
Basquete

 

Objetivos Específicos


Enfatizar os males que anabolizantes podem causar ao ser humano, orientando o corpo discente a adotar uma postura crítica mediante a exigência de "forma perfeita? (corpo) pela mídia.
Participar de atividades em grupo assimilando as regras desportivas.


4º Bimestre


Conteúdo Programático


Ginástica aeróbica


Objetivo Específico


Desenvolver atividades físicas de forma lúdica, fazendo com que o aluno crie o hábito de praticar exercícios.


Inglês


Fundamentos


A aprendizagem de uma segunda língua requerer primeiramente despertar na criança o gosto e o interesse pelo idioma.

Apresentamos uma proposta de trabalho que tem como objetivo o desenvolvimento das relações lingüísticas, principalmente por meio da leitura e da escrita, que possibilitam ao aluno ampliar, progressivamente, o uso da língua.

Nas séries iniciais da Educação Básica, o enfoque está no trabalho do vocabulário e na apresentação das estruturas básicas do diálogo, desenvolvidas, principalmente, pela linguagem oral.

Os conteúdos específicos da língua são introduzidos com imagens e textos, visando a uma abrangência satisfatória da estrutura da língua.


Quadro de Conteúdos


Educação Artística


Fundamentos


O desenvolvimento dos conhecimentos de Arte em Música, Artes Visuais, Dança e Teatro contribuiu para o fortalecimento da experiência sensível e inventiva dos alunos e para o exercício da cidadania e da ética construtora de identidades artísticas. (PCN)

Ainda de acordo com os Parâmetros Curriculares, a Arte é uma área de conhecimento que requer espaço e constância, como todas as áreas do currículo escolar, da primeira à última etapa da Educação Básica.

Assim, apresentamos uma proposta que tem como base:


os processos de cognição, expressão e criação necessários à leitura e à representação da realidade;

o conhecimento humano articulado no âmbito sensível-cognitivo, por meio de práticas de produção e apreciação artísticas e de reflexões sobre elas;

a produção artística dos estudantes em diferentes situações de aprendizagem, correlacionada com a produção social de artistas locais, regionais, nacionais e internacionais, em diferentes momentos históricos;

o trabalho com projetos, contemplando uma ação didática contextualizada e relacional, além de articular o trinômio: imaginar, conhecer, criar.

 

Quadro de Conteúdos


Áreas de Conhecimento

Ciências Humanas e suas Tecnologias.


História (Fund. Filosóficos e Sociológicos)


Fundamentos


O ensino de História tem por objetivo o estudo das sociedades em seu processo de construção e mudança e busca atender às exigências de formação do pensamento crítico.

A proposta pedagógica fundamenta-se na História temática e privilegia conteúdos significativos para subsidiar o aluno na compreensão da realidade social. A abordagem dos conteúdos se efetiva com base em quatro eixos temáticos?cotidiano, sociedade, trabalho e poder? entendidos como ferramentas conceituais que possibilitam " ler ? a sociedade em sua trajetória de formação, sob diferentes perspectivas.

O trabalho contempla estratégias dinâmicas que visam à reflexão, considera os interesses e vivências dos alunos e aproxima-se de uma proposta interdisciplinar, na medida em que se articula com outras áreas do conhecimento.

Metodologicamente, buscou-se contemplar as tendências discutidas pelos profissionais da História, que foram assim sistematizadas:

? Ter como ponto de partida o tempo presente, refletindo-se sobre temas significativos à vivência do aluno;

Problematizar o conteúdo a ser trabalhado, desenvolvendo a capacidade de refletir, discutir, argumentar e propor soluções para as questões em debate;

Deve-se questionar o presente e o passado, colocando perguntas tais como:

O quê? Quando ? Onde? Como? Para quê? Por quê? de tal maneira que os alunos adquiram a postura de inquirir, pesquisar, criticar, e não aceitar respostas prontas e o mundo como "natural? e "definitivo? ;


desenvolver o espírito de investigação, trabalhando a pesquisa, em que o aluno coleta dados para que seja realizada uma reflexão sobre eles;

desenvolver o contato com os documentos, para que o aluno entre em contato com a natureza do ofício do historiador;

exercitar a reflexão, buscando referências entre tempos distintos ? presente e passado ? no estudo das diferentes sociedades;

reunir dados informativos sobre sociedades diversas, nos aspectos de semelhanças, diferenças, permanências, e compará-los;

situar os acontecimentos no tempo;

desenvolver hábitos de leitura, interpretação, argumentação e exposição de idéias, amparadas em pressupostos consistentes;

habituar-se a pensar as relações sociais, dialogando com os colegas, na busca de soluções conjuntas para os problemas propostos;

expressar oralmente e por escrito as reflexões;

acolher e discutir o posicionamento do outro, experimentando possibilidades de decisões compartilhadas.


Quadro de Conteúdos


Geografia


Fundamentos


O ensino da Geografia busca a organização do espaço na natureza e a ampla compreensão da realidade. Para que isso ocorra, é preciso que o conhecimento seja desenvolvido nas relações entre o processo histórico na formação da sociedade humana e o funcionamento da natureza. Tais relações se efetivarão por meio de leitura do lugar, no território e de sua paisagem. (PCN)


Com base nessa concepção, construímos a proposta pedagógica de Geografia para a Educação Básica, priorizando os conteúdos mais adequados para os alunos em relação a essa etapa de escolaridade e à capacidade que se espera que eles desenvolvam: fazer a leitura da realidade de forma não fragmentada, dando aos seus estudos um sentido e um significado no seu cotidiano, podendo perceber sua vida no lugar, interagindo com a pluralidade dos lugares.


A organização didática desta proposta levou em conta os eixos temáticos espaço ? trabalho? natureza e as atitudes de observar, explicar, descrever, indagar e representar a multiplicidade de paisagens e lugares.


O compromisso da Geografia é o trabalho tanto com as relações socioculturais de paisagem quanto com os elementos físicos e biológicos que dela fazem parte. Portanto, o fazer pedagógico da Geografia deverá:


ter como referência o saber que o aluno adquire no seu cotidiano e propiciar o estabelecimento de relações entre esse saber e o que vai ser ensinado;

conduzir uma aprendizagem significativa, que só é possível quando o aluno se defronta com situações que exijam investigação e trabalho;

tornar a apropriação do conhecimento um processo dinâmico a ser construído na interação entre sujeitos e destes com o objeto de estudo;

trabalhar com base na observação: o aluno como agente do seu processo de aprendizagem, e o professor como mediador/articulador. O professor não deve sobrepor a sua observação seletiva, a partir da qual serão trabalhados os conceitos fundamentais da área;

apresentar aos alunos diferentes aspectos da mesma realidade, em diferentes momentos da sua trajetória escolar, para que eles possam construir noções mais complexas a respeito dessa realidade;

sistematizar os conteúdos com base nas observações dos alunos;

 

Quadro de Conteúdos


Áreas do conhecimento

Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias:


Ciências Naturais


Fundamentos


A disciplina de Ciências Naturais no Ensino Fundamental tem por finalidade propiciar ao aluno-cidadão a possibilidade da investigação científica, para favorecer suas ações racionais no ambiente natural e social.

Nessa perspectiva, leva-se em conta o desenvolvimento cognitivo gradual do estudante, bem como seus processos de identidade cultural e social, de modo que lhe proporcione uma aprendizagem real e significativa.

No decurso dessa construção, a Ciência, enquanto sistema conceitual e concreto, é apresentada em seus dinamismos, em sua não-neutralidade, bem com em suas inter-relações, apontando assim para as implicações econômicas, políticas e sociais de seus saberes. Os objetos de estudo presentes nessa área do conhecimento apresentam-se, portanto, integrados aos seus significados éticos e às suas relações com o mundo do trabalho.

Os conteúdos específicos organizam-se segundo eixos temáticos e temas transversais específicos, ajustando as relações entre Tecnologia e Sociedade, Ser Humano e Saúde, Vida e Ambiente, à Pluralidade Cultural, à Orientação Sexual, ao Trabalho e ao Consumo, e à Saúde. Assim, desenvolve-se uma contextualização e uma criticidade crescentes dos objetos de estudo, constituindo uma rede de significados essenciais para o entendimento das principais problemáticas contemporâneas, na relação do Ser Humano e Natureza.


Considerando o processo de construção dialética do conhecimento, a disciplina de Ciências Naturais tem como objetivos gerais:


Desenvolver a capacidade de observação e de interação com o mundo natural.

Instrumentalizar o raciocínio lógico pela experiência com o real.

Reconhecer a crescente complexidade dos fenômenos naturais.

Compreender o processo de produção do conhecimento científico, suas implicações étnicas e políticas, bem como as alterações sociais por ele provocadas, a fim de estimular ações efetivas de cidadania frente às problemáticas apresentadas nessa área do conhecimento.


Quadro de Conteúdos


Carga Horária Semanal

(horas-aula)

 

Ensino Fundamental Ensino Médio Ano Letivo
1ª Série- 2* 1ª Série - 3 Bimestres- 4
2ª Série- 3* 2ª Série - 3 Semanas por bimestre- 8
3ª Série- 3* 3ª Série - 3 Total de semanas - 32
4ª Série- 3    
5ª Série- 3    
6ª Série- 3    
7ª Série- 3    
8ª Série- 4     



Matemática


Fundamentos


Os PCNs destacam que a Matemática está presente na vida de todas as pessoas, em situações em que é preciso, por exemplo, quantificar, calcular, localizar um objeto no espaço, ler gráficos e mapas, fazer previsões. Mostram também que é fundamental superar a aprendizagem do conhecimento da Matemática centrada em procedimentos tecnicistas.

Para que essa aprendizagem se efetive de forma significativa, é preciso entendê-la com sendo um conhecimento que, apesar de ser caracterizado por símbolos e regras, não está limitado apenas à reprodução dessa linguagem. Isso porque, geralmente, as pessoas que pensam são potencialmente capazes de desenvolver raciocínio e de elaborar estratégias cognitivas próprias para solucionar problemas, mesmo que dominem pouco a linguagem simbólica convencional.

Assim, nosso principal objetivo é o de apresentar o conteúdo em ações didáticas diversificadas, de acordo com os níveis de complexidade, permitindo ao aluno a construção do sentido e do significado das notações numéricas e geométricas.


Os conteúdos são trabalhados em contextos que envolvem jogos, textos, literatura infantil, situações do cotidiano, desafios, entre outros. Procuramos privilegiar a problematização das idéias matemáticas como meio de construção de conceitos, permitindo aos alunos desenvolver a capacidade de criar diferentes maneiras de resolução, inclusive fazendo uso das tecnologias disponíveis, como, por exemplo, a calculadora.


Não são apresentados modelos ou regras a serem seguidos, mas situações, nas quais os alunos analisam, discutem, exploram e investigam problemas matemáticos, estabelecendo relações com o cotidiano.

Nesse sentido, chamamos os alunos a discutirem idéias matemáticas, por meio do CONVERSE COM SEU PROFESSOR E COLEGAS... O objetivo maior desse trabalho é promover trocas intelectuais e afetivas entre as crianças e entre estas e o professor.

A interferência do professor tem a finalidade de orientar e estabelecer relações com situações vivenciadas e resolvidas, o que estimulará o aluno a expressar o pensamento, primeiramente, pela linguagem espontânea e, posteriormente, pela linguagem matemática convencional.


Quadro de Conteúdos


Carga Horária Semanal

(horas-aula)

Ensino Fundamental Ensino Médio Ano Letivo
1ª Série- 8 1ª Série - 5 Bimestres- 4
2ª Série- 6 2ª Série - 5 Semanas por bimestre- 8
3ª Série- 6 3ª Série - 5 Total de semanas - 32
4ª Série- 6    
5ª Série- 5    
6ª Série- 5    
7ª Série- 5    
8ª Série- 5    

 


No Ensino Médio, a abordagem dos conteúdos é direcionada com a finalidade de assegurar ao aluno-cidadão o aprofundamento e a consolidação dos conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental, além de dotá-lo de instrumentos que o levem a desenvolver competências que lhe permitam "continuar a aprender? de forma autônoma e crítica, em níveis cada vez mais complexos de estudos.

O 4º bimestre da 3ª série é reservado à realização de atividades que visam a uma retomada dos conteúdos essenciais desenvolvidos na Educação Básica, e a uma revisão para o Vestibular.


Física


Fundamentos


A Física estuda as propriedades essenciais da matéria e energia. O conhecimento físico tem como princípio fundamental a sistematização dessas propriedades, visando a oferecer linguagem e tecnologias imprescindíveis ao desenvolvimento da sociedade.

O aprendizado da Física transcende, portanto, a simples apresentação de conceitos, leis e operacionalização de fórmulas.

Pensamos numa proposta pedagógica que contribua para a formação de uma cultura científica, sustentada pelo saber interpretar fenômenos naturais, envolvendo propriedades essenciais da matéria e energia. Objetivamos, assim, uma aprendizagem significativa, com base em situações contextualizadas que privilegiam a problematização da realidade e os aspectos relacionais.


Quadro de Conteúdos


Química

 

Fundamentos


O material didático de Química tem por objetivo oferecer situações que proporcionem a aquisição, a organização e a sistematização de conceitos básicos. Assim, partindo de noções anteriormente adquiridas, propõe-se a construção da Química com ciência, privilegiando sua importância e aplicação em situações do cotidiano e também em outras áreas. Para que tal objetivo seja alcançado, o material utiliza enfoques diferenciados, de acordo com a faixa etária, com os níveis de desenvolvimento do aluno, e enfatiza os processos de resolução e a fundamentação teórica. Atividades de reflexão e discussão apresentam-se sempre que o conteúdo permite.


Quadro de Conteúdos


Biologia


Fundamentos


A disciplina de Biologia no Ensino Médio tem como finalidade proporcionar subsídios de análise, de formação de conceitos e de instrumentais de ação para o aluno-cidadão, com base na compreensão da complexidade crescente dos fenômenos vitais e de suas interdependências.

Esta perspectiva pretende favorecer a construção de uma visão de mundo capaz de perceber os processos de equilíbrio dinâmico dos distintos sistemas vitais do planeta Terra, tanto quanto as bases históricas do conhecimento científico até então produzido nessa área do conhecimento.

Assim, os objetos de estudo organizam-se integrando o entendimento dos fenômenos implicados em diferentes sistemas vitais e suas interações e interdependências simultâneas, abrangendo desde os sistemas bioquímicos e moleculares, até os macrossistemas, a exemplo dos grandes biomas da Terra e do próprio planeta como um grande sistema vital.

No decurso desse aprendizado, a Biologia é apresentada com uma ciência não acabada, não neutra, constituída de modelos explicativos concebidos em contextos sociais e culturais específicos.

No processo de construção desse conhecimento, configura-se a estreita ligação entre a produção científica dessa área do conhecimento e suas implicações tecnológicas e sociais, evidenciando questões ligadas à ética, à filosofia, à economia e à política, a fim de proporcionar ao estudante momentos de reflexão sobre os projetos contemporâneos de desenvolvimento e de utilização dos recursos naturais, em uma perspectiva de sustentabilidade e de co-responsabilidade.


Quadro de Conteúdos


VI Critérios de Avaliação do Rendimento Escolar


As avaliações do rendimento escolar, ocorrem mensalmente e obedecerão aos critérios abaixo descritos:


Os instrumentos de avaliação do rendimento escolar que valerão 10,0 (dez) pontos cada, serão os seguintes:


As provas: Testes (T1) e as Verificações Bimestrais (VBs) serão aplicadas mensalmente no horário, de acordo com o Calendário Escolar enviado para casa através do aluno.


Forma de Apresentação do Rendimento Escolar: o rendimento escolar do aluno é apresentado bimestralmente na forma de um boletim escolar.


VII Critérios de Aprovação


Quanto ao aproveitamento, estará aprovado:


Por média, o(a) aluno(a) que, ao final do ano alcançar, tendo ou não se submetido às Recuperações Bimestrais, média igual ou superior a 5,0 (cinco) pontos em cada disciplina;


Após Recuperação Especial, obtiver a nota 5,0 (cinco).


Obs.: Só terá direito a Recuperação Especial, o (a) aluno(a) que não conseguir alcançar 20 (vinte) pontos no final do ano letivo, em três disciplinas.


VIII Recuperação Bimestral


Haverá Recuperação Bimestral. Todo Teste (T1), exceto do 1º Bimestre, valerá como

recuperação do bimestre anterior, desde que seja maior ou igual a 5,0 (cinco).


A nota de recuperação valerá 5,0 (cinco) pontos.


No caso da média, após a recuperação, ser inferior àquele anteriormente obtida, será mantida

a primeira.


A média anual será calculada pela fórmula somatório das médias bimestrais/4

 

IX Frequência às aulas


Em cada disciplina o aluno será aprovado, desde que atenda às exigências de frequência e de notas.

* Exigência de Frequência - de conformidade com a Lei Federal nº 9394/96, o aluno será aprovado se tiver frequentado, pelo menos, 75% do total de horas letivas. Não há recuperação por faltas.


X Conselho de classe


O Conselho de Classe é órgão colegiado de natureza consultiva e deliberativa em assuntos didáticos-pedagógicos, com atuação restrita a cada turma do estabelecimento.

Entre outras atribuições, cabe ao Conselho de Classe decidir quanto à aprovação ou reprovação de alunos que, após a recuperação especial, apresentarem situações limítrofes.


XI 2ª Chamada


Caso o aluno, por motivo justificado, deixar de fazer uma prova escrita, poderá fazer uma nova prova denominada 2ª chamada em datas determinadas.

São considerados motivos justificados casos de doença, luto, impedimento por motivos religiosos e convocação para atividades cívicas.

Para os alunos do C.A. à 4ª série, a prova de 2ª chamada será aplicada em data comunicada pela Professora à família. Basta a família entrar em contato com a Orientação Educacional e justificar a falta em 24 horas.

Para os alunos de 5ª série ao Ensino Médio a prova de 2ª chamada será aplicada em datas a serem informadas através do " Calendário Escolar ? . Estes alunos deverão requerer a prova de 2ª chamada na Secretaria da Escola e comparecer com o canhoto de requerimento na data marcada.

Este requerimento deve ser feito até 2(dois) dias úteis antes da realização da prova de 2ª chamada.


XII Projetos Setoriais


1- Serviço de Orientação Pedagógica (SOP)


A Orientação Pedagógica é exercida por todos os elementos responsáveis pelo processo pedagógico, sob a orientação do Coordenador Geral.

O Coordenador Pedagógico é um profissional habilitado, indicado pelo representante legal.

Compete ao Coordenador Pedagógico traçar o planejamento pedagógico da escola, supervisioná-lo e acompanhá-lo.


São suas atribuições:


1. dinamizar a Orientação Pedagógica em consonância com os objetivos traçados pela Direção;
2. assessorar o Diretor quanto aos assuntos de ordem técnico-pedagógica;
3. organizar as reuniões de pais e/ou responsáveis;
4. participar junto com a Orientação Educacional do processo de caracterização da clientela escolar e definir as estratégias de ação compatíveis;
5. programar as efemérides e eventos culturais da escola;
6. acompanhar o processo de aprendizagem dos alunos;
7. orientar e acompanhar todo o trabalho docente, mantendo em permanente articulação os professores regentes para a realização de um trabalho integrado;
8. propor e adotar medidas ao contínuo aperfeiçoamento e atualização do pessoal envolvido no processo ensino- aprendizagem;
9. participar da elaboração do currículo pleno e calendário escolar;
10. convocar e dirigir as reuniões do Conselho de Classe;
11. estabelecer normas e critérios para o processo de classificação de alunos sem escolarização anterior;
12. estabelecer normas e critérios para reclassificar alunos, tendo como base as normas curriculares;
13. acompanhar o processo de aprendizagem dos alunos em regime de progressão parcial;
14. coordenar a elaboração da proposta pedagógica.


2- Serviço de Orientação Educacional (SOE)


O Serviço de Orientação Educacional é o órgão de assistência ao aluno no desenvolvimento pleno de sua personalidade e no ajustamento pessoal e social.

O SOE obedece à orientação de um educador legalmente habilitado e credenciado e de comprovada capacidade pedagógica, e a ele compete:

 

1. assistir o educando, discernindo-lhe suas tendências e vocações, ordenando os elementos que influenciam em sua formação, preparando-o para a perfeita integração com a escola, a família e a comunidade;
2. promover a familiarização dos alunos com as atividades curriculares, despertando neles o sentimento de responsabilidade, a fim de obter boa execução dos trabalhos escolares;
3. favorecer entre professor e o aluno, relacionamento positivo que possa conduzir a um rendimento didático satisfatório;
4. organizar um sistema de arquivo para guardar da documentação do trabalho de orientação realizado;
5. elaborar o plano anual das atividades do SOE;
6. participar do processo de avaliação e recuperação do aluno, bem como das reuniões do Conselho de Classe;
7. participar do processo de elaboração e desenvolvimento do currículo pleno e do processo de avaliação da escola;
8. pesquisar as causas do insucesso dos educandos no estudo, registrando os informes colhidos através da família, dos professores e de suas observações;
9. participar da elaboração da proposta pedagógica.